sábado, 18 de outubro de 2008

Casa em ruinas da UA!

Sempre adorei esta casa! Mas adoro-a em ruinas. Hoje quando cheguei à Universidade e vi que havia vestigios de a irem requalificar, é estranho, mas senti pena. Pela primeira vez, tive coragem e entrei, também estava acompanhada pela feroz Lola. Entrar numa casa em ruinas sem telhado, a conseguir-se ver o ceu azul e as nuvens, e neste caso as palmeiras, é incrivel. Outra sensação incrivel que tive foi ver das janelas em ruinas os edificios de arquitectura XPTO da uiniversidade. Faz-nos mesmo pensar como o tempo, é relativo e tudo acaba. Enqunato estava nesta nostalgia apareceram outros cãe e a Lola ficou maluca e abandonei estes pensamentos, mas ficam aqui as fotos.

Manhã de Sol!





















u
upssssss!!!!

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Um filme que me deixou sem palavras!

Depois de um pacato dia de trabalho. E ter um jantarzinho com a Carla e a Tati, nada melhor que depois relaxarmos as três, a fazer zaping embrulhadas numa manta tigreza em frenta à televisão. Quando derepente nos deparamos com um filme, onde não sabiamos como reagir. Se rir, se mudar de canal, se dormir, se puxar o cabelo, se falar, se estar caladas. Só sei que me diverti à brava e ri até às lágrimas. Tati perdeste um final estrondoso. Eu e a Carla fizemos todas as interpretações imaginárias.

Para mim este filme foi uma mistura de Floribela e filme para "ADULTOS".





Billy Idol - Jingle bell rock

e porque faltam menos de tres meses para o Natal.
Sei que é cedo.
Mas é para começarem a pensar com antecedencia na prenda que me querem oferecer. eh eh eh!

Billy és mesmo tu?

O que aconteceu? Onde está o verdadeiro Billy?

Billy Idol - Eyes Without a Face

Billy Idol - White Wedding

Dancing with Myself - Billy Idol

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

amigos.

Existem muitas pessoas na nossa vida. Uns passageiros. Outros que passamos todos os dias, mas nem falamos. Outros que falamos, mas a importância é relativa. Outros que damos muita importancia numa dada altura, mas depois desaparecem e já nem sabemos o nome. E depois há uns especiais e de que me orgulho. São aqueles que podemos estar meses, por vezes anos sem dar noticias. mas sabemos que estão lá. E quando nos voltamos a encontrar parece que não tivemos um unico dia ausentes. Não vou mencionar nomes. Mas é tão boa essa sensação.

domingo, 12 de outubro de 2008

sábado, 11 de outubro de 2008

Boiar!

Não gosto muito da palavra. Mas para mim é das melhores sensações que existem. Deixarmo-nos levar pela água, seja no mar, na piscina ou num rio....
Hoje tive essa sensação! E apesar de terem sido breves instantes, parece que levou todas as preocupações. Sensação de liberdade, de não ter controle, mas ao mesmo tempo sem medo. Muito bom.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Assunto Sério!

É bom brincar! Mas temos responsabilidades! Orgulhem-se delas!

José Cid- Favas Com Chouriço

PARA TODOS!!!!!!

Adios, adieu, auf wiedersehen, goodbye

Para a Carla, Tati e Cristina!!!!
Suas malucas!!!!!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Clemente - Colmeia do Amor

Dedico à minha grande amiga Carla! E também à Tati que de certeza que também vai gostar!!!

Os Pontos Negros

DANIEL RUIVO ACTOR Os Pontos Negros - Concerto dia 30 de Outubro no MERCADO NEGRO

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

she's a maniac - Flashdance

Recordar é viver!
Principalmente com os verdadeiros amigos!
Adorei dançar nor meio da rua!
Beijo

The Kooks - Sway

domingo, 5 de outubro de 2008

sábado, 4 de outubro de 2008

4 Outubro - Dia Mundial do animal (passeio da Lola)









Lola Maria e Maria papoila Procuram-se! (Extremamente Perigosas)

Manhã de sábado!
Dia mundial do animal!
A Maria Papoila levantou-se vestiu uns jens e um casaco de fato de treino. O Sol brilhava lá fora. A Lola Maria riu-se para ela. Não havia duvidas. Era uma manhã para ser passada a passear na praia com a Lola.
Com a carita ainda com sono, o carro todo sujo mas uma alegria grande de estar a começar o fim-de-semana. Só tinham que fazer uma pequena paragem no "mini-preço" para comprar um artigo de higiene, e tomar um cafézito para acordar.
A papoila foi toda apressada ao dito supermercado, enquanto a lola ficava sozinha no carro. E é na caixa que acontece o inesperado. A senhora que estava à frente para pagar diz que não tem a carteira na mala. Que de certeza foi roubada. A Papoila e o rapaz da caixa dizem para ela ter calma que concerteza a carteira estava no carro ou em casa. A senhora diz que tinha a certeza que tinha a carteira na mala e que nunca perde nada. O rapaz da caixa guardou as compras dela e passou as compras da Papoila, que ao ir embora tinha alguém à sua espera. A senhora continuava a dizer que tinha a certeza que tinha sido roubada. A Papoila voltou novamente a pedir calma e que tinha que ir embora, pois tinha o seu cão no carro e que o minipreço devia ter cameras de filmar para detectar o assaltante. E foi tomar café. Mas sinceramente sentiu uma certa insinuação. A insegurança é tanta, que as pessoas desconfiam de tudo e todos. Mas não deixou que esse sucedido estragasse o dia. Foi na mesma para a praia, correr, brincar, molhar os pés, sentir a comichão da areia e o cheirinho do mar :)

terça-feira, 30 de setembro de 2008

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

ARTIGO DE NUNO MARKL P/ OS TRINTÕES/QUARENTÕES

A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida.
E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer.
'Quem?', perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo?
A própria música: 'Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além...' era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora.
O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas,lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual...
E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul.
Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos:Ele nunca subiu a uma árvore!
E pior, nunca caiu de uma. É um mole.
Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema.
Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos.
Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos.
Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra.
Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.
Confesso, senti-me velho...
Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador.
Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft.

Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros.
Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído.
Doenças com nomes tipo 'Moleculum infanticus', que não existiam antigamente.
No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de 'terno' nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse.

Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos.
Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo.
Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia.
E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade?
E ainda nos chamavam geração 'rasca'... Nós éramos mais a geração 'à rasca', isso sim. Sempre à rasca de dinheiro,sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos.
Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto.
Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo.
Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta.
Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos.
Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas.
É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada.'

(Nota: ...os chocolates não eram gamados no 'Pingo Doce'... Ainda se chamava 'Pão de Açúcar'!!!)

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

'A minha próxima vida' de Woody Allen

Na minha próxima vida quero vivê-la de trás para a frente. Começar morto para despachar logo esse assunto. Depois acordar num lar de idosos e sentir-me melhor a cada dia que passa. Ser expuslo porque estou demasiado saudável, ir receber a pensão e começar a trabalhar, receber logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos até ser novo o suficiente para gozar a reforma. Divertir-me, embebedar-me e ser de uma forma geral promíscuo, e depois estar pronto para p liceu. Em seguida a primária, fica-se criança e brinca-se. Não temos responsabilidades e ficamos um bébé até nascermos. Por fim, passamos 9 meses a flutuar num spa de luxo com aquecimento central, serviço de quartos à descrição e um quarto maior de dia para dia e depois Voila! Acaba como um orgasmo! I rest my case.

terça-feira, 2 de setembro de 2008